O esquema foi descoberto após um dos aliciadores tentar convencer o então presidente do Goianésia Esporte Clube, Marco Antônio Maia, a participar do esquema, sem saber que ele também era delegado.
O esquema de manipulação de
jogos que movimentou R$ 11 milhões em vários estados era articulado por
três núcleos de atuação: os financiadores (empresários e apostadores), os
aliciadores e os profissionais do esporte (jogadores, técnicos e presidentes e
outros), informou a Polícia
Civil. O delegado responsável pela investigação Eduardo Gomes
explicou que o aliciador que oferecia altos valores em dinheiro para cada clube
que topasse a participar do esquema, informou a Polícia Civil.
Segundo o delegado, o aliciador ofereceu quantias elevadas para que o
ex-presidente do clube de futebol, Goianésia, interferisse em partidas do
próprio time no campeonato goiano, ou que conseguisse algum time goiano que
disputasse a série D do campeonato brasileiro.