Com mais
de 95% da obra concluída em Goianésia, mas em ritmo desacelerado, o maior
desafio do novo Hospital Municipal Irmã Fany Duran não deve ser somente a conclusão,
mas sim a vontade do chefe do executivo local em terminar a obra, obra essa que
está se transformando em um ‘ELEFANTE BRANCO”.
A construção
do novo hospital municipal foi anunciada e iniciada no ano de 2.020 pelo então prefeito
Renato de Castro e pelo secretário Dr Pedro Goncalves, como uma das maiores
obras de sua gestão.
A obra,
segundo o gestor à época, seria toda ela custeada pelo governo federal e com a
contrapartida do município, com custo estimado em mais de R$ 12.000.000,00
(doze milhoes de reais) e que infelizmente a população está assistindo o
dinheiro saindo ralo à fora.
Desde o
início da construção, houveram problemas de projetos, estruturais, de execução,
de cálculos, onde, através do CREA-GO e do ministério público de Goiás, a obra
foi interditada e embargada.
Quando o
sucessor de Renato de Castro, Leonardo Menezes, assumiu a gestão municipal,
apesar dos problemas detectados, deu continuidade a referida obra e a deixou
quase 100% concluída, com aquisição de todas os equipamentos, entre as quais, aparelhos
de ultrassom, mamografia, raio X, tomografia e demais, além dos utensílios para
seu funcionamento.
A equipe do
prefeito Renato anunciou recentemente que a conclusão e entrega da obra é
praticamente impossível e que seria necessário cerca de R$ 13.000.000,00 (treze
milhoes de reais) para sua conclusão, mostrando ainda, total desinteresse na
sua conclusão.
Foi
anunciado pelo prefeito que em junho seria firmado um convênio entre o município
e a UNIRV – faculdade de medicina, transformando a obra em internato e hospital
escola, sem nenhuma explicação a população de Goianésia, portanto a câmara de
vereadores não recebeu esse projeto do executivo.